Hoje a tarde eu chorei, como um criança, quando não ganha o brinquedo que queria, quando faz arte e antes mesmo de contar, abre o berreiro. Eu chorei...
Não por um, mas por incontáveis motivos, tão incontáveis que nem eu mesma consigo defini-los todos. E mesmo no sono, vem os pesadelos, como alavancas que me levam as raízes dos problemas para que eu assista a tudo, da minha célula embrionária...
Assim, o sofrimento me persegue dia e noite, acordada e dormindo, como se já não respeitasse as leis do equilibrio que se instalou na vida da humanidade, sem que esta percebesse.
O Pranto, vem não como carrasco, que angustía, e desencava dor, uma dor dormida, que jaz inalterável até que algo a puxe de volta, como num sopro de vida. O pranto vem acalentador, acalmando a alma, como uma mãe que pega no colo seu filho.
O sofrimento é um mal necessário...
Não por um, mas por incontáveis motivos, tão incontáveis que nem eu mesma consigo defini-los todos. E mesmo no sono, vem os pesadelos, como alavancas que me levam as raízes dos problemas para que eu assista a tudo, da minha célula embrionária...
Assim, o sofrimento me persegue dia e noite, acordada e dormindo, como se já não respeitasse as leis do equilibrio que se instalou na vida da humanidade, sem que esta percebesse.
O Pranto, vem não como carrasco, que angustía, e desencava dor, uma dor dormida, que jaz inalterável até que algo a puxe de volta, como num sopro de vida. O pranto vem acalentador, acalmando a alma, como uma mãe que pega no colo seu filho.
O sofrimento é um mal necessário...
Nenhum comentário:
Postar um comentário